As Granjas Carrol, acusadas de propagar o vírus da gripe suína no México, rejeitaram nesta terça-feira qualquer responsabilidade pela epidemia e solicitaram uma auditoria da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
As Granjas Carrol, acusadas de propagar o vírus da gripe suína no México, rejeitaram nesta terça-feira qualquer responsabilidade pela epidemia e solicitaram uma auditoria da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
"Oxalá que venha a FAO fazer uma inspeção, quanto mais elementos tivermos para tranquilizar o consumidor, será melhor. Concordamos com uma inspeção de nossos animais", disse à AFP o diretor-geral no México das Granjas Carroll, Víctor Manuel Ochoa.
A FAO enviará nesta quarta-feira, ao México, uma equipe de especialistas para ajudar o governo local a enfrentar a epidemia de gripe suína.
Um dos primeiros casos de gripe suína no México afetou um menino de 4 anos, da localidade de La Gloria, estado de Veracruz, a 8,5 km de uma unidade de criação de porcos da Carroll, em Perote, o que motivou acusações contra o grupo, de capital americano.
"Nenhum de nossos porcos está doente, nenhum de nossos empregados está doente. Isto foi uma lamentável coincidência", disse Ochoa à AFP.
O grupo destaca que não há qualquer caso de gripe suína "entre os 907 trabalhadores, 60 mil porcas e mais de 500 mil porcos criados, nos estados de Veracruz e Puebla.
© 2009 AFP