Distinguem-se geralmente duas grandes categorias de imagens :
Dado que uma imagem vectorial é constituída unicamente por entidades matemáticas, é possível aplicar-lhe facilmente transformações geométricas (zoom, expansão,…), enquanto uma imagem bitmap, feita de pixéis, poderá sofrer tais transformações apenas com uma perda de informação, chamada distorção. Chama-se assim pixelização (em inglês aliasing) ao aparecimento de pixéis numa imagem depois de uma transformação geométrica (nomeadamente a ampliação). Além disso, as imagens vectoriais (chamadas cliparts quando se trata de um objecto vectorial) permitem definir uma imagem com muito pouco informação, o que torna os ficheiros muito pouco volumosos.
Por outro lado, uma imagem vectorial permite representar unicamente formas simples. Se é verdade que a sobreposição de diversos elementos simples pode dar resultados muito impressionantes, nem todas as imagens podem ser trabalhadas vectorialmente: é o caso, nomeadamente, das fotografias realistas.
| imagem vectorial | imagem bitmap |
|---|---|
![]() | ![]() |
A imagem “vectorial” acima é apenas uma representação do que poderia ser uma imagem vectorial, porque a qualidade da imagem depende do material utilizado para a tornar ao olho. O seu ecrã permite provavelmente ver esta imagem com uma resolução de pelo menos 72 pixéis por polegada; o mesmo ficheiro impresso numa impressora daria uma melhor qualidade de imagem porque é imprimida a pelo menos 300 pixéis por polegada.
Graças à tecnologia desenvolvida pela companhia Macromedia e ao seu software Macromedia Flash, ou ao plugiciel (“plug-in”) SVG, o formato vectorial é hoje utilizável na Internet.