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Um arquivo é uma sequência de informações binárias, ou seja, uma sequência de 0 e 1. Este arquivo pode ser armazenado para guardar um vestígio destas informações. Um arquivo texto é um arquivo composto de caracteres armazenados sob a forma de bytes.
Este arquivo é registado no disco rígido sob a forma “nom_du_fichier.ext”.
“.ext” representa a extensão e é um meio para reconhecer o tipo de programa com o qual este arquivo pode ser aberto (atenção, isto não garante o tipo de arquivo: quando se altera a extensão, não se altera o tipo de arquivo!).
O comprimento do nome e a extensão podem variar de acordo com o sistema operacional :
Assim, sob DOS ou Windows 3.1, um arquivo que provém do Windows 9x terá um nome truncado que comporta os 6 primeiros caracteres do nome seguido de ~x em que x representa um número que é incrementado cada vez que um arquivo leva o mesmo nome. Ou seja, se se um arquivo nomeado “fichie~1” já existir o seguinte chamar-se-á “fichie~2”.
Além disso, um arquivo contém uma rubrica que permite armazenar informações suplementares, como o tipo de arquivo e sobretudo a dimensão do ficheiro. Contém também um carácter de fim de arquivo que assinala que as informações situadas para além deste caracter já não fazem parte do mesmo arquivo .
Poderá pensar: "que estupidez pôr na rubrica do arquivo a dimensão do arquivo dado, se já sabemos qual é!"
Eis dois exemplos que lhe mostrarão a sua utilidade
De certeza já lhe aconteceu fazer um download de um arquivo na Internet/contents/internet/internet.php3 e o navegador bloquear ou o servidor que aloja este arquivo cortar a comunicação.
Se este arquivo for um arquivo texto, faltar-lhe-á apenas o fim do texto, em contrapartida, se for um arquivo binário (um programa realizável, por exemplo), a sua execução poderia muito bem ser perigosa porque faltam informações. O sistema de exploração compara por conseguinte a sua dimensão real com a dimensão indicada na rubrica para verificar a validade do arquivo. Chama-se a isso integridade. Na realidade, este controlo realiza-se com a ajuda de um algoritmo mais eficiente chamado CRC (controlo de redundância cíclico).
Quando um arquivo é infectado por um vírus, este acrescenta linhas de código. Assim, a informação relativa à dimensão do arquivo situada na rubrica já não corresponderá (a menos que o vírus seja programado de maneira a alterar a rubrica), e poderá por conseguinte ser localizado.
Última modificação do dia Segunda 28 de Setembro de 2009 às 19:15:08.