O Linux não exige um computador de último grito em configuração mínima:
O Linux pode ser instalado além do sistema de exploração já instalado na sua máquina.
É necessário assegurar-se, antes de lançar a instalação, de que o sistema de ficheiros está saudável, utilizando um programa como scandisk ou chkdsk para verificar a integridade do leitor, porque o Linux usa muito mais o disco do que o DOS, por exemplo.
A instalação do Linux faz-se em várias fases que permitem instalar um sistema de ficheiros reconhecido por Linux (ext2fs) numa ou várias partições dedicadas, seguidamente procede-se à instalação propriamente dita, por último configura-se o núcleo antes da escorva a partir do disco. Assim, as etapas são as seguintes:
Graças a disquetes que permitem começar o sistema sob Linux com um núcleo mínimo, vai ser possível instalar o Linux. Estas disquetes vão ser criadas com a ajuda de um programa que permite copiar ficheiros imagens (conjunto de dados a pô nas disquetes) em disquete. Estas disquetes são duas:
Só falta, para cada um dos dois ficheiros imagens (bota e root) ,colocar-se no directório que contém o bom ficheiro imagem e seguidamente escrever “rawrite”; o programa pedir-lhe-á então o nome do ficheiro imagem (scsi, por exemplo, para o ficheiro imagem da disquete bota), seguidamente o leitor (a:)
Pode eventualmente criar uma disquete suplementar para uma utilização ulterior (por exemplo se pensa comprar uma placa SCSI enquanto que tem um leitor CD-ROM IDE…).
Uma vez as disquetes criadas, reinicie o computador tendo o cuidado de colocar a disquete boot no leitor a:.
Após a afixação de algumas mensagens, o sistema afixa a linha: "boot:" , clique em entrada para continuar.
O sistema pede em seguida a disquete root
Para poder utilizar o Linux, deve criar uma partição (superior a 900Mo, preferivelmente, para poder instalar todas as opções) que utiliza o sistema de ficheiros “Linux Ext2” e (eventualmente) uma partição swap (memória virtual, isto é, uma parte do disco utilizada no caso de falta de memória viva) de várias dezenas de Mo.
Pode eventualmente criar outras partições que dedicará a um tipo de dados especial, como por exemplo uma partição para os seus documentos, uma para os utilitários,…
A criação de partições pode fazer-se de várias maneiras:
Aquando da criação das partições, ser-lhe-á certamente pedido o tipo das duas partições precedentes :
Sob certas distribuições ser-lhe-á pedido que crie um sistema de ficheiro antes de lançar a instalação (não é o caso, designadamente, das distribuições RedHat 5.2 e Mandrake 6.0, para as quais todas as operações seguintes são automatizadas graças a menus).
Quando criou a partição principal e a partição de memória secundária (partição swap), activa a memória secundária e cria o sistema de ficheiros da partição principal.
A activação da memória secundária faz-se graças ao comando:
mkswap -c partition taille
mkswap -c /dev/hdb2 11000
A criação do sistema de ficheiros ext2fs faz-se graças ao seguinte comando:
mke2fs -c partição corta
mke2fs -c /dev/hda2 202137